A princípio, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri) abriu as inscrições para o II Seminário de Defesa Agropecuária em Limoeiro do Norte, que ocorrerá no dia 19 de agosto, das 08h30 às 17h, no campus do Instituto Federal do Ceará (IFCE). Evento gratuito e voltado ao agro Inicialmente, vale destacar que o Seminário de Defesa Agropecuária tem como público-alvo auditores, agentes fiscais, produtores, estudantes, empresas e demais profissionais ligados ao agronegócio. A inscrição é gratuita e deve ser feita por meio do formulário oficial de participação. Programação técnica e estratégica Em seguida, a programação conta com palestras de diretores, gerentes e servidores da Adagri, que abordarão temas ligados à sanidade vegetal e sanidade animal. Esses conteúdos buscam promover boas práticas, reforçar a importância da gestão sanitária e atualizar os participantes sobre normas vigentes. Objetivo é fortalecer a cadeia agropecuária Logo após, o evento pretende ampliar o conhecimento técnico do setor, assegurando mais qualidade aos produtos de origem vegetal e animal. Também busca incentivar o cumprimento das normas sanitárias e discutir avanços na rastreabilidade agropecuária. Treinamento interno completa a agenda Na quarta-feira (20), acontecerá um treinamento técnico exclusivo para servidores da Adagri, no mesmo local. Essa ação faz parte da estratégia da agência de garantir formação contínua e alinhamento institucional. Realização conjunta e apoio técnico Por fim, o seminário conta com a promoção da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE) e do Instituto Centec, com apoio do IFCE. A colaboração entre os órgãos reforça a missão de integrar educação, inovação e defesa sanitária em benefício do agro cearense.
CNA Responde Acusações dos EUA
A CNA responde acusações dos EUA com firmeza, reforçando o compromisso do Brasil com práticas comerciais transparentes. A entidade apresentou um documento ao USTR em 15 de agosto de 2025, questionando a investigação norte-americana baseada na Seção 301 da Lei de Comércio. Brasil é competitivo por eficiência Inicialmente, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil deixou claro que a competitividade agrícola brasileira se deve à alta produtividade. Segundo Sueme Mori, diretora da CNA, o país se destaca globalmente por sua eficiência, e não por condutas desleais. Comércio justo e alinhado à OMC Em seguida, a CNA destacou que o agronegócio nacional está integrado ao mercado internacional, respeitando acordos e regras multilaterais. A organização representa mais de 5 milhões de produtores e confia na comprovação de que o Brasil atua conforme os princípios da OMC. Defesa técnica em três frentes principais Logo após, a CNA concentrou seus argumentos em três áreas: tarifas preferenciais, acesso ao etanol e desmatamento ilegal. A entidade confirmou presença na audiência pública em setembro, nos Estados Unidos. Tarifas seguem acordos internacionais Por exemplo, a CNA afirmou que os tratados com Índia e México estão de acordo com a Cláusula de Habilitação da OMC. Esses acordos representam apenas 1,9% das importações brasileiras e não afetam as exportações norte-americanas. Etanol com regras claras Posteriormente, a defesa lembrou que o etanol americano foi isento de tarifas entre 2010 e 2017. Atualmente, paga 18%, abaixo dos 20% para países do Mercosul. O programa RenovaBio permite a participação de produtores estrangeiros que atendam requisitos técnicos e ambientais. Desmatamento é monitorado com rigor Por fim, a CNA citou o Código Florestal, o Cadastro Ambiental Rural e o sistema Sinaflor como provas do controle ambiental. Também mencionou o DOF+ como ferramenta eficaz de rastreabilidade e legalidade na produção.