A fabricante austríaca Komet estima que seus equipamentos de irrigação estiveram associados à economia de 851 milhões de metros cúbicos de água em 2025, em áreas potencialmente atendidas pelo mundo. É uma estimativa da própria empresa, baseada em sua metodologia, e não uma medição direta da economia hídrica de todas as propriedades brasileiras.
Relatório indica crescimento da área atendida
Segundo a companhia, o volume estimado é 33% maior que o parâmetro de 2022. A área irrigada potencial passou de 539 mil para 702 mil hectares no período. Os dados permitem discutir escala de adoção, mas o desempenho em cada lavoura depende de equipamento, pressão, manejo, solo e condições climáticas.
Centro brasileiro testa água e energia
A CNN Brasil informou que a Komet abriu em 2026 um centro de testes no país. Um dos objetivos é avaliar se a pressão de funcionamento dos aspersores pode ser reduzida sem prejudicar a distribuição da água. Se a eficiência for preservada, a menor pressão pode também reduzir a energia necessária para irrigar.
Conta precisa chegar à propriedade
Para o produtor, a decisão de investir requer comparar o custo dos sistemas, manutenção, consumo de energia e produtividade observada. Testes locais e indicadores por hectare são mais úteis que extrapolar a estimativa global para uma fazenda específica.
O que muda na prática
• Pedir medições locais de distribuição de água e pressão.
• Comparar custos de energia, manutenção e produtividade.
• Conferir o método por trás de estimativas de economia.
Próximos passos
Os resultados do centro de testes poderão mostrar a aplicação prática da tecnologia em condições de produção brasileiras.
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