Um levantamento do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), vinculado ao Banco do Nordeste, projeta que o desempenho da safra de grãos 2026 na região será impulsionado principalmente pelos resultados esperados para Piauí, Ceará e Paraíba. Consequentemente, o estudo destaca o território piauiense como o que deve contribuir com a maior alta absoluta — 956,6 mil toneladas para o total regional —, mas Ceará e Paraíba também aparecem como protagonistas dessa trajetória de crescimento. Nesse sentido, segundo a analista do Etene, Hellen Cristina Rodrigues Saraiva Leão, o desempenho positivo decorre da combinação entre ampliação da área plantada, condições climáticas favoráveis e avanço contínuo da modernização tecnológica no campo — incluindo práticas de agricultura de precisão como bioinsumos, sementes de alta qualidade, monitoramento remoto das lavouras, mapeamento de pragas e pulverização seletiva. O contraste com a projeção nacional de recuo Em um cenário nacional que projeta produção de 339,9 milhões de toneladas de grãos em 2026 — recuo de 1,8% frente à Safra 2025, segundo o próprio IBGE —, o desempenho positivo projetado para o Nordeste, e especificamente para o Ceará, ganha relevância ainda maior. Consequentemente, enquanto o país como um todo enfrenta ajustes de produção, a região nordestina, puxada por Piauí, Ceará e Paraíba, caminha na direção oposta, capturando uma fatia crescente da produção nacional de grãos. Ademais, o estudo do Etene reforça que ‘o agronegócio é o grande motor dessa expansão’, sustentado tanto pela ampliação da área plantada quanto pela expectativa de condições climáticas favoráveis observadas até o momento — embora seja importante destacar que esse cenário de favorabilidade climática precisa ser monitorado de perto diante do El Niño histórico projetado para o segundo semestre, que pode alterar significativamente as condições da próxima safra a partir de setembro. Por que o anúncio do Plano Safra de hoje é decisivo para sustentar essa trajetória Esse cenário de crescimento projetado reforça a relevância do anúncio do novo Plano Safra de hoje para o Ceará, já que o volume e as condições de crédito disponibilizadas terão impacto direto sobre a capacidade do estado de sustentar essa trajetória de expansão ao longo do segundo semestre. Consequentemente, produtores cearenses de grãos — especialmente milho e soja, culturas mencionadas no estudo do Etene como destaque de crescimento no Piauí e replicáveis em parte da dinâmica cearense — devem acompanhar de perto as condições específicas oferecidas pelo BNB e pelo Banco do Brasil para garantir que o investimento em tecnologia e ampliação de área seja viabilizado pelo crédito disponível. Nesse sentido, a combinação entre boas condições climáticas registradas até agora, avanço tecnológico no campo e crédito rural mais acessível — com as taxas reduzidas confirmadas no Plano Safra nacional desta manhã — cria um cenário potencialmente favorável para que o Ceará amplie sua participação na produção de grãos do Nordeste ao longo de 2026. O que muda na prática para o produtor Próximos passos O Etene deve atualizar suas projeções de safra ao longo do segundo semestre, considerando os efeitos do El Niño. O Portal AgroMais acompanha o desempenho da produção de grãos no Ceará e no Nordeste. 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias.👉 www.portalagromais.com.br
Banco do Brasil estima alcançar R$ 700 milhões de desembolso do Plano Safra no Ceará
O Banco do Brasil estima alcançar mais de R$ 700 milhões de desembolso do Plano Safra 2025/2026 no Ceará, valor que, se confirmado hoje no encerramento do ciclo, representaria crescimento de 1,89% em relação ao desembolsado no Plano Safra anterior (2023-2024). Consequentemente, até o momento já haviam sido aplicados R$ 507 milhões no estado, com os cerca de R$ 200 milhões restantes previstos para liberação até o fechamento de hoje, 30 de junho. Nesse sentido, segundo o superintendente estadual em exercício do BB, Danilo Batista, o valor corresponderia a 1% de todo o crédito rural do Brasil e 6,3% do volume destinado à região Nordeste — um indicativo do peso que o Ceará já representa no sistema de crédito rural nacional, mesmo com o novo Plano Safra 2026/27 já em vigor a partir de amanhã. O contexto do anúncio durante o Coalizão Agro A informação sobre a meta de R$ 700 milhões havia sido divulgada por Danilo Batista durante o evento de lançamento do 10º Coalizão Agro, iniciativa que busca promover conexões entre os diferentes elos da cadeia produtiva, realizada em Limoeiro do Norte, no Vale do Jaguaribe — região que o Portal AgroMais já vinha acompanhando de perto pela força da fruticultura irrigada exportadora. Consequentemente, esse contexto reforça como o Banco do Brasil tem buscado se conectar diretamente com os polos produtivos regionais do Ceará para divulgar e viabilizar o acesso ao crédito rural. Ademais, vale lembrar que foi também durante o Coalizão Agro que a plataforma digital Princesa Rural, iniciativa da Fapija para o agronegócio do Vale do Jaguaribe, teve sua primeira apresentação — antes do lançamento nacional formal na PEC Brasil 2026. Nesse sentido, esse tipo de evento regional tem se mostrado importante ponto de articulação entre instituições financeiras, produtores e novas iniciativas tecnológicas do agro cearense. O que esperar do Banco do Brasil no novo ciclo Com o fechamento do ciclo atual confirmando uma meta robusta de desembolso no Ceará, a expectativa do produtor cearense se volta agora para as condições que o Banco do Brasil vai oferecer no Plano Safra 2026/27, recém-anunciado em nível nacional com R$ 525,1 bilhões para a agricultura empresarial. Consequentemente, para o produtor que ainda não fechou financiamento neste ciclo final, a recomendação é buscar imediatamente as agências do BB no estado, já que o prazo para contratação dentro das condições do Plano Safra 2025/26 se encerra hoje. O que muda na prática para o produtor Próximos passos O ciclo do Plano Safra 2025/26 se encerra hoje, 30 de junho. O Banco do Brasil deve anunciar as condições para o Ceará no novo ciclo nos próximos dias. O Portal AgroMais acompanha o desembolso de crédito rural no estado. 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias.👉 www.portalagromais.com.br
BNDES confirma R$ 70 bilhões ao agro, maior orçamento já destinado pelo banco
O BNDES confirmou a disponibilização de R$ 70 bilhões para financiar investimentos da agricultura brasileira no Plano Safra 2026/27 — o maior orçamento já destinado pelo banco ao setor, 5% acima do plano anterior e 180% maior do que o disponibilizado no Plano Safra 2022/23. Consequentemente, do total, R$ 39,7 bilhões correspondem a recursos equalizáveis via Programas Agropecuários do Governo Federal, um incremento de 19% em relação ao ano anterior, enquanto R$ 30,3 bilhões são recursos próprios via BNDES Crédito Rural. Nesse sentido, dos recursos próprios do banco, R$ 14,4 bilhões têm custo financeiro em dólares americanos — linha voltada especialmente para produtores com receita em moeda estrangeira ou maior exposição cambial, como exportadores de commodities agrícolas. O reforço de 80% para a agricultura familiar do Nordeste As regiões Norte e Nordeste contarão com destinação exclusiva de R$ 532 milhões para a agricultura familiar dessas regiões — valor 80% maior do que o montante aplicado no Plano Safra anterior. Consequentemente, segundo o BNDES, essa medida está alinhada à estratégia do banco e do Governo Federal de ampliar financiamentos que viabilizem a redução das desigualdades socioeconômicas e territoriais no país, reconhecendo que essas regiões historicamente enfrentam maior dificuldade de acesso ao crédito formal. Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ‘a expressiva evolução desses números reafirma o forte compromisso do BNDES com o setor agropecuário brasileiro. Por meio do Plano Safra com um orçamento recorde de R$ 70 bilhões para o financiamento rural, estamos ao lado dos produtores, apoiando tecnologia, inovação e sustentabilidade, para que o agronegócio continue sendo um dos principais motores do desenvolvimento econômico e social do país.’ O histórico de aprovações e o foco em máquinas e equipamentos Desde o início da operacionalização em 2020, as aprovações do BNDES Crédito Rural já alcançaram mais de R$ 23,4 bilhões para cerca de 37 mil operações, com mais de 95% das aprovações recentes destinadas à aquisição de máquinas e equipamentos. Consequentemente, esse histórico mostra que a linha tem cumprido papel relevante na modernização do parque de máquinas agrícolas do país, especialmente para produtores que buscam ganhos de produtividade através de mecanização mais eficiente. Nesse sentido, o apoio do BNDES ocorre tanto de forma direta — com recursos contratados diretamente com o banco — quanto indireta, por meio de mais de 80 instituições financeiras parceiras credenciadas, o que contribui para a distribuição do crédito em todo o território nacional, incluindo o Ceará e demais estados nordestinos. O que muda na prática para o produtor Próximos passos Os recursos do BNDES para o Plano Safra 2026/27 entram em vigor a partir de amanhã, 1º de julho. O Portal AgroMais acompanha as condições de crédito disponíveis para o produtor cearense. 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias.👉 www.portalagromais.com.br
Plano Safra da Agricultura Familiar tem foco no crédito para mulheres rurais
Após o lançamento da parte empresarial pela manhã, o governo deve anunciar nesta terça-feira, às 17h, o Plano Safra 2026/27 destinado à agricultura familiar. Consequentemente, a expectativa é que os recursos superem os R$ 89 bilhões disponibilizados no ciclo 2025/2026 — do qual R$ 78,2 bilhões correspondiam ao Pronaf, Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, que neste ano completa 30 anos de existência. Segundo a ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, o esforço do governo é de manutenção das taxas de juros para os agricultores familiares, com a queda da Selic abrindo espaço fiscal para sustentar condições acessíveis. Nesse sentido, a ministra também adiantou que o novo Plano Safra terá foco especial no acesso ao crédito das mulheres rurais, em referência ao ano internacional da mulher agricultora instituído pela ONU. O compromisso com juros abaixo da inflação ‘Nosso esforço vai ser de manutenção das taxas de juros. Estamos trabalhando em negociação com o Ministério da Fazenda para garantir que as condições do Pronaf se mantenham com juros negativos, viabilizando a produção de alimentos e também a mecanização e a tecnificação da agricultura familiar’, destacou Fernanda Machiaveli em entrevista recente. Consequentemente, manter juros abaixo da inflação significa, na prática, que o custo real do crédito para o agricultor familiar permanece favorável mesmo em um cenário de Selic ainda elevada — um diferencial importante em relação às linhas de crédito da agricultura empresarial. Ademais, segundo dados do próprio governo, entre julho de 2025 e maio de 2026 foram realizadas mais de 2 milhões de operações de crédito rural para a agricultura familiar, totalizando R$ 64,5 bilhões contratados — crescimento de 24% no número de operações e de 9% no volume de recursos em relação à safra anterior, com avanço registrado em todas as regiões, especialmente Norte e Nordeste. Agricultura Familiar: o foco inédito no crédito para mulheres rurais ‘Nós estamos no ano da mulher agricultora e o nosso esforço vai ser também o de ampliar a inclusão produtiva das mulheres rurais’, sublinhou a ministra. Consequentemente, essa pauta se conecta diretamente com o que o Portal AgroMais já vinha destacando na cobertura do IV Encontro das Mulheres do Agro e do Cooperativismo Cearense, realizado durante a PEC Brasil 2026, quando o protagonismo feminino no campo foi debatido como prioridade institucional para os próximos ciclos do agronegócio nordestino. Nesse sentido, para a mulher rural do Ceará e do semiárido nordestino, esse foco específico no Plano Safra da Agricultura Familiar pode representar acesso facilitado a linhas de crédito historicamente mais difíceis de alcançar — um avanço que dialoga com o fortalecimento de Comissões de Mulheres do Agro já em curso em sindicatos e cooperativas da região. O que muda na prática para o produtor Próximos passos O Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/27 será anunciado às 17h de hoje. O Portal AgroMais vai trazer os números completos assim que confirmados pelo governo. 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias.👉 www.portalagromais.com.br
Juros do Pronamp caem para 9% ao ano no novo Plano Safra 2026/27
As taxas de juros das principais linhas de financiamento do Plano Safra 2026/27 foram reduzidas em relação ao ciclo anterior. Consequentemente, no Pronamp — Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural —, a taxa caiu para 9% ao ano, com o programa recebendo R$ 72,6 bilhões, ante R$ 69,1 bilhões na safra anterior. Já o crédito de custeio empresarial passou a operar com juros de 12,5% ao ano, uma redução em relação à faixa de 10% a 14% praticada no ciclo 2025/26. Nesse sentido, programas voltados à inovação, irrigação, cooperativismo, renovação de máquinas e agricultura de baixo carbono terão taxas entre 8% e 12,5%, dependendo da linha específica — um leque de opções que permite ao produtor escolher a modalidade mais adequada ao seu perfil de investimento. As taxas de juros mais vantajosas do novo ciclo As menores taxas do Plano Safra 2026/27 foram reservadas para operações do PCA — Programa de Capitalização de Armazéns, voltado a unidades com até 12 mil toneladas de capacidade — e do RenovAgro Ambiental e Recuperação/Conversão de Pastagens, ambos com 8% e 8,5% ao ano, respectivamente. Consequentemente, essa diferenciação reforça o incentivo a investimentos em armazenagem e sustentabilidade no campo, áreas consideradas estratégicas pelo governo tanto para reduzir perdas pós-colheita quanto para recuperar áreas degradadas. Ademais, para produtores de menor porte enquadrados no Pronamp, a redução para 9% ao ano representa alívio relevante no custo financeiro da atividade, especialmente em um momento em que o setor já enfrenta níveis recordes de endividamento — com passivo superior a R$ 800 bilhões segundo levantamentos recentes. Porque a recuperação de pastagens ganha destaque neste ciclo A taxa de juros diferenciada de 8,5% para o RenovAgro Ambiental e Recuperação/Conversão de Pastagens sinaliza uma prioridade clara do governo para esta safra: incentivar a recuperação de áreas já degradadas, em vez de estimular a abertura de novas fronteiras agrícolas. Consequentemente, essa estratégia se conecta diretamente com a pauta de sustentabilidade que vem ganhando espaço em diversas políticas públicas do setor, incluindo o próprio Plano ABC+, apresentado pelo Mapa em fóruns internacionais nas últimas semanas. Nesse sentido, para o pecuarista que avalia expandir ou modernizar sua atividade, a recuperação de pastagens degradadas com taxa de 8,5% ao ano surge como alternativa de custo mais baixo do que outras linhas de investimento — uma oportunidade especialmente relevante para produtores do semiárido nordestino, onde a qualidade das pastagens é desafio recorrente diante da irregularidade climática. O que muda na prática para o produtor Próximos passos As condições de crédito do Plano Safra 2026/27 entram em vigor a partir de amanhã, 1º de julho. O Portal AgroMais acompanha as taxas de juros e linhas de financiamento disponíveis para o produtor. 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias. 👉 www.portalagromais.com.br
Plano Safra 2026/27 é anunciado com R$ 525,1 bilhões e juros reduzidos
O governo federal lançou nesta terça-feira (30) o Plano Safra 2026/27 para a agricultura empresarial, com R$ 525,1 bilhões destinados ao financiamento de médios e grandes produtores rurais. Consequentemente, o montante representa um aumento de R$ 9 bilhões em relação aos R$ 516,2 bilhões disponibilizados na temporada anterior — abaixo, porém, da expectativa inicial do Ministério da Agricultura, que mirava algo entre R$ 570 bilhões e R$ 652 bilhões nas negociações que se estenderam ao longo dos últimos meses. O anúncio foi realizado no Palácio do Planalto, em Brasília, pelo presidente em exercício, Geraldo Alckmin, e pelo ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula. Nesse sentido, do total dos recursos, R$ 384,9 bilhões serão destinados às operações de custeio e comercialização, enquanto R$ 140,2 bilhões financiarão investimentos nas propriedades rurais — incluindo armazenagem, irrigação, recuperação de pastagens e aquisição de máquinas e equipamentos. Plano Safra 2026/27: porque o valor ficou abaixo do pedido inicial O Ministério da Agricultura havia apresentado proposta inicial de aumento de 10% no montante total, para cerca de R$ 570 bilhões, com corte de até dois pontos percentuais nos juros para médios e grandes produtores. Consequentemente, o valor final de R$ 525,1 bilhões reflete o espaço fiscal limitado que o governo enfrentou na negociação, já que a elevação da taxa básica de juros da economia desde o último Plano Safra aumentou o custo da equalização bancária — mecanismo pelo qual o Tesouro Nacional cobre a diferença entre a taxa de mercado e a taxa subsidiada paga pelo produtor. Nesse sentido, vale lembrar que no Plano Safra 2025/2026, o governo havia prometido R$ 516,2 bilhões, mas conseguiu efetivamente equalizar juros para apenas R$ 113,8 bilhões — menos de um quarto do total anunciado. Ademais, esse histórico de execução parcial é um dos pontos que entidades como a CNA vinham cobrando que fosse corrigido no novo ciclo, defendendo um modelo de Plano Agrícola e Pecuário plurianual, com maior previsibilidade de execução ao longo de toda a safra. Como o crédito se divide entre custeio e investimento Os R$ 384,9 bilhões destinados a custeio e comercialização serão utilizados, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, para despesas como aquisição de insumos, condução das lavouras, manutenção dos rebanhos e comercialização da produção — a espinha dorsal do financiamento do dia a dia da atividade rural. Consequentemente, os R$ 140,2 bilhões reservados para investimentos representam a parcela do crédito voltada à modernização estrutural das propriedades, fundamental para ganhos de produtividade no médio e longo prazo. Para o produtor brasileiro, portanto, a leitura do novo Plano Safra exige atenção tanto ao volume total quanto à distribuição entre essas duas grandes categorias, já que o acesso ao crédito de investimento costuma ser mais seletivo e depende de projetos técnicos mais elaborados do que o crédito de custeio. O que muda na prática para o produtor Próximos passos O Plano Safra 2026/27 entra em vigor a partir de amanhã, 1º de julho. O Plano Safra da Agricultura Familiar deve ser anunciado às 17h de hoje. O Portal AgroMais acompanha os desdobramentos do crédito rural para o produtor cearense. 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias.👉 www.portalagromais.com.br