A PEC Brasil 2026 vai receber uma das vozes mais potentes da comunicação do agronegócio do Nordeste. Jakeline Diógenes, a Marketeira do Agro, estará presente na feira com estande próprio, instalado no mesmo pavilhão da Expocamarão, levando para um dos maiores palcos do setor a mesma energia que tem marcado sua trajetória: a de quem trabalha para colocar o agro do Ceará e do Nordeste no mapa nacional. Vinte anos de carreira e formação internacional Jornalista formada desde 2008 e estrategista de marketing pelo Trinity College de Dublin, uma das universidades mais renomadas e respeitadas da Europa no ensino de negócios, ela soma quase 20 anos de carreira e uma atuação cada vez mais voltada a um propósito claro: projetar o agro cearense e nordestino para todo o Brasil, destacando as riquezas, as potencialidades e a força produtiva de uma região que tem muito a mostrar. Consequentemente, a formação internacional valida e dá lastro ao discurso que sustenta seu trabalho à frente da comunicação do setor. Esse percurso passa por experiências de peso. Durante dois anos, esteve à frente do programa Agro no Ponto, no SBT, espaço que ajudou a ampliar seu alcance e a consolidar uma presença que hoje é referência no estado quando o assunto é comunicação no agro. Popular nas redes e com cobertura que conecta públicos Parte da força desse trabalho está na relação que Jakeline construiu com as redes sociais. Bastante popular nas plataformas, ela tem presença marcante nas feiras e uma cobertura irreverente, capaz de conectar diferentes públicos dentro de um mesmo ecossistema de comunicação, do grande produtor ao consumidor que acompanha o agro de longe. E ela chega à PEC Brasil 2026 em alta. A Marketeira do Agro vive uma crescente de visualizações e soma atualmente mais de 3 milhões de visualizações no Instagram, a plataforma mais popular entre os brasileiros. Nesse sentido, é um número que reforça seu papel como a melhor vitrine de projeção dentro da feira para marcas e produtores que querem aparecer. Articulação institucional e proximidade com as cadeias produtivas A atuação também se estende ao ambiente institucional. A Marketeira do Agro integra o complexo de empresas associadas ao Pecém, como membro do comitê de comunicação, posição que reforça seu envolvimento direto com a articulação do setor. Mais do que visibilidade, o que sustenta esse trabalho é proximidade. Bem relacionada e com um network de impacto, ela conhece as cadeias produtivas com precisão e profundidade. Além disso, está presente nos principais eventos do estado, acompanhando de perto tanto as potencialidades quanto os gargalos, do produtor de ponta a quem está começando. É essa vivência, somada a uma paixão genuína pelo que faz, que ela leva agora para a PEC Brasil 2026: a convicção de que o agro do Nordeste merece ser visto, contado e celebrado na altura do seu tamanho. 📅 25, 26 e 27 de junho de 2026 | 📍 Centro de Eventos do Ceará, Fortaleza | 🦐 Estande da Marketeira do Agro no pavilhão da Expocamarão 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias. 👉 www.portalagromais.com.br
PEC Brasil 2026 em 3 dias: reta final de preparação para o produtor cearense
A contagem regressiva chega aos 3 dias finais. A PEC Brasil 2026 acontece de 25 a 27 de junho no Centro de Eventos do Ceará, reunindo mais de 600 empresas em 1.300 estandes, com expectativa de R$ 150 milhões em negócios e mais de 100 mil visitantes ao longo dos três dias de programação. Consequentemente, nesta semana decisiva, o produtor cearense deve finalizar o planejamento da visita — especialmente diante da aprovação no Senado do socorro ao endividamento rural, tema que promete estar entre os mais comentados nos estandes institucionais do Banco do Nordeste e do Banco do Brasil durante o evento. Além disso, com o Plano Safra 2026/27 a apenas 6 dias do encerramento da feira, a janela entre os dois eventos é a mais estratégica do semestre para o produtor que busca informação atualizada sobre crédito rural. O endividamento rural deve dominar as conversas institucionais Com a aprovação pelo Senado do PL 5.122/2023, que prevê R$ 170 bilhões para repactuação de dívidas rurais, o tema deve ganhar destaque especial nas rodas de conversa da PEC Brasil 2026. Consequentemente, produtores endividados — parcela que já representa 7% do total no Brasil, segundo a Faesp — devem buscar nos estandes do BNB informações sobre como a linha especial pode beneficiar especificamente quem está na área de atuação da Sudene. Nesse sentido, vale lembrar que o projeto, de autoria do deputado cearense Domingos Neto, prevê período de análise de débitos entre 2012 e 2025 para beneficiários do Nordeste — uma condição mais ampla do que a aplicada a outras regiões do país. Portanto, levar documentação financeira organizada para consulta nos estandes institucionais pode acelerar o acesso à linha, caso o texto seja sancionado nas próximas semanas. Os destaques que seguem confirmados para os três dias Entre os destaques já confirmados para o evento estão a Expocamarão, com cerca de 300 estandes reunindo carcinicultores do Ceará, Rio Grande do Norte e Piauí, o Concurso Leiteiro com aproximadamente 300 vacas em área três vezes maior que 2025, e quatro leilões de gado bovino nas docas do centro de eventos. Ademais, a Feira dos Municípios deve reunir 40 prefeituras cearenses, e o Espaço Somoscoop, do Sistema OCB, será dedicado à agricultura familiar e às cooperativas. Consequentemente, com tantas frentes simultâneas, a recomendação para os últimos 3 dias antes do evento é organizar previamente as prioridades de visita — especialmente para quem pretende aproveitar tanto os debates técnicos sobre crédito e endividamento quanto as feiras setoriais específicas. A urgência de aproveitar a janela entre os dois eventos Com o PEC Brasil terminando em 27 de junho e o Plano Safra 2026/27 sendo anunciado em 1º de julho, o produtor tem uma janela de apenas 4 dias entre os dois eventos para consolidar as informações coletadas na feira antes da definição final das condições de crédito para a próxima safra. Consequentemente, essa proximidade temporal reforça a importância de aproveitar ao máximo a presença das instituições financeiras durante o PEC Brasil — muitas vezes a única oportunidade de diálogo direto antes que as condições sejam fechadas em Brasília. O que muda na prática para o produtor Próximos passos A PEC Brasil 2026 acontece de 25 a 27 de junho no Centro de Eventos do Ceará, Fortaleza. O Plano Safra 2026/27 será anunciado em 1º de julho. O Portal AgroMais vai cobrir o evento com matérias diárias. 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias. 👉 www.portalagromais.com.br
Endividamento no agronegócio atinge 7% dos produtores, maior nível em 20 anos
O endividamento no setor agropecuário brasileiro atingiu 7% dos produtores rurais, o maior percentual em duas décadas, segundo Tirso Meirelles, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp). Consequentemente, a combinação entre juros elevados, alta de impostos, diesel e fertilizantes mais caros e queda nas cotações das commodities tem reduzido a renda do produtor e dificultado o retorno do capital investido, que leva em média sete anos no campo. Nesse contexto, a articulação política em Brasília busca viabilizar o uso de fundos do petróleo para repactuar essas dívidas — exatamente o mecanismo aprovado pelo Senado nesta semana através do PL 5.122/2023. Para o setor, portanto, a aprovação da renegociação de dívidas e o avanço do Plano Safra 2026/27 são as duas frentes mais urgentes para conter o avanço do endividamento ao longo do segundo semestre. Os fatores que explicam o recorde de endividamento Segundo Meirelles, o alto patamar de juros no Brasil atrai capital externo de curto prazo, o que ajuda a explicar a alta da bolsa e a queda do dólar observadas em momentos recentes, mas pode gerar instabilidade futura para o produtor que financia sua atividade com taxas de juros elevadas. Consequentemente, ele ressaltou que o retorno no campo leva, em média, sete anos, o que torna o endividamento mais sensível ao custo financeiro e à carga tributária do que em outros setores da economia. Ademais, a combinação de fatores é cumulativa: diesel mais caro eleva o custo logístico e operacional, fertilizantes mais caros pressionam o custeio da lavoura, e a queda das commodities reduz a receita esperada pelo produtor no momento da venda — um cenário que, somado, comprime significativamente as margens da atividade rural em todo o país. A resposta da Faesp: formação, tecnologia e conectividade Na área de formação, Meirelles destacou investimentos em educação e tecnologia no campo, com a criação de centros de excelência em áreas como biocombustíveis, inteligência artificial, bioinsumos, irrigação e agricultura familiar, em cidades como Ribeirão Preto, São Roque, Avaré e no Vale do Ribeira. Segundo ele, a estratégia busca ampliar produtividade, difundir conhecimento e estimular a permanência de jovens no campo. ‘É um ponto central. Trabalhamos a formação de lideranças com produtores e suas famílias, além de incentivar jovens a retornarem às propriedades com foco em inovação, tecnologia e empreendedorismo’, destacou Meirelles. Nesse sentido, a aposta da Faesp é que o aumento de produtividade e eficiência, combinado com soluções financeiras como a renegociação de dívidas, possa reverter a trajetória de endividamento observada nos últimos anos. Por que o momento exige atenção redobrada do produtor O cenário de endividamento recorde se soma a outros desafios estruturais enfrentados pelo agronegócio brasileiro em 2026 — desde o El Niño confirmado, que ameaça reduzir a produtividade em diversas regiões, até a volatilidade geopolítica que afetou os custos de fertilizantes e energia nos últimos meses. Consequentemente, para o produtor que já enfrenta dificuldades financeiras, a combinação desses fatores exige planejamento ainda mais cuidadoso para os próximos ciclos produtivos. Portanto, a aprovação do socorro ao endividamento rural pelo Senado, somada às definições do Plano Safra 2026/27, previsto para 1º de julho, são os dois eventos mais aguardados pelo setor nas próximas semanas para tentar estabilizar a situação financeira de milhares de produtores em todo o país. O que muda na prática para o produtor Próximos passos O Plano Safra 2026/27 será anunciado em 1º de julho. O PL 5.122/2023, sobre renegociação de dívidas rurais, segue em tramitação na Câmara dos Deputados. O Portal AgroMais acompanha os indicadores de endividamento do setor. 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias. 👉 www.portalagromais.com.br
Balança comercial do Brasil acumula superávit de US$ 37,3 bilhões com agro em alta
O Brasil acumula superávit comercial de US$ 37,32 bilhões no ano até a segunda semana de junho, crescimento de 37,1% em relação ao mesmo período de 2025, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Consequentemente, somente na segunda semana de junho, as exportações somaram US$ 16,37 bilhões — alta de 25,3% — enquanto a balança do período registrou superávit de US$ 4,66 bilhões, expansão de 76,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. Além disso, o setor agropecuário cresceu 27,1% nas exportações da semana, somando US$ 3,95 bilhões, reforçando seu papel central na geração de divisas do país. Nesse contexto, a corrente de comércio acumulada no ano já soma US$ 292,56 bilhões, evidenciando a força do agronegócio mesmo em um cenário internacional marcado por volatilidade geopolítica nos meses recentes. O desempenho setorial detalhado da semana Além do crescimento de 27,1% na agropecuária, a indústria extrativa também teve desempenho expressivo na segunda semana de junho, com alta de 42,7% e exportações de US$ 4,03 bilhões. Consequentemente, o resultado conjunto dos setores mostra que o Brasil mantém múltiplas frentes de força no comércio exterior, reduzindo a dependência exclusiva de uma única cadeia produtiva. No entanto, alguns produtos específicos da agropecuária registraram queda nas vendas na semana, como produtos hortícolas frescos ou refrigerados (-21,4%), especiarias (-10%) e matérias vegetais em bruto (-27,1%). Ademais, o açúcar e os melaços também recuaram 11,5%, refletindo a pressão de preços observada no mercado internacional do produto nas últimas semanas. Superávit: O acumulado do ano confirma trajetória consistente No acumulado de janeiro até a segunda semana de junho de 2026, em comparação ao mesmo período de 2025, as exportações brasileiras cresceram 10,4% e somaram US$ 164,94 bilhões. As importações, por sua vez, cresceram 4,4% e totalizaram US$ 127,62 bilhões. Como consequência, a balança comercial apresentou superávit de US$ 37,32 bilhões, com crescimento de 37,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nesse sentido, o ritmo consistente de crescimento das exportações brasileiras ao longo do primeiro semestre de 2026 — mesmo diante de eventos como o conflito EUA-Irã e suas consequências sobre fertilizantes e petróleo — demonstra a resiliência do setor exportador nacional, com o agronegócio na linha de frente desse desempenho. O que esperar para o segundo semestre Com a trégua geopolítica confirmada pela assinatura do acordo EUA-Irã na última sexta-feira, e a perspectiva de normalização gradual dos preços de petróleo e fertilizantes, o cenário para o segundo semestre tende a ser de manutenção do ritmo positivo nas exportações agropecuárias. Por outro lado, o El Niño confirmado para o segundo semestre é o principal fator de risco a ser monitorado, já que pode afetar a disponibilidade de algumas culturas a partir do último trimestre do ano, especialmente nas regiões mais expostas, como Nordeste e Centro-Oeste. O que muda na prática para o produtor Próximos passos A Secex publica boletins semanais sobre a balança comercial brasileira. O MDIC deve atualizar as projeções oficiais para o ano em julho. O Portal AgroMais acompanha os números do comércio exterior do agronegócio. 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias. 👉 www.portalagromais.com.br
Soja oscila em Chicago entre oferta confortável e trégua após acordo EUA-Irã
A soja opera em compasso de espera em Chicago nesta segunda-feira, refletindo um mercado dividido entre fundamentos de oferta ampla e os resquícios da volatilidade geopolítica das últimas semanas. Consequentemente, o petróleo WTI recuou 3,9% e o Brent cedeu 3,7%, refletindo a percepção de trégua após a assinatura do acordo entre EUA e Irã na última sexta-feira, em cerimônia realizada na Suíça. Além disso, o último relatório do USDA reforçou revisões altistas para a produção na América do Sul, ampliando a percepção de oferta confortável no mercado global. Nesse contexto, as projeções também foram ajustadas para Brasil, Argentina e Paraguai, mantendo o cenário de ampla disponibilidade do grão e limitando qualquer tentativa de recuperação consistente nos preços internacionais. Por que a queda do petróleo pressiona também o milho e o etanol Segundo analistas internacionais, o mercado também reagiu à queda do petróleo, que reduz o apelo do milho destinado à produção de etanol nos Estados Unidos. Consequentemente, os contratos futuros de milho na Chicago Board of Trade (CBOT) operaram em território negativo, refletindo a combinação de fundamentos mais frouxos no relatório do governo americano com a desvalorização do petróleo no mercado internacional. No Brasil, o mercado futuro de milho na B3 também operou em baixa, acompanhando o recuo externo e a leitura de maior oferta regional. Nesse sentido, o movimento ilustra como a queda do petróleo, embora positiva para custos de produção via fertilizantes e diesel, também tem efeitos colaterais sobre a competitividade de biocombustíveis derivados de grãos. Os números que sustentam a leitura de oferta confortável Analistas internacionais trabalham com uma estimativa de safra dos Estados Unidos próxima de 4,433 bilhões de bushels para a soja, praticamente estável em relação à projeção anterior do USDA. Ademais, a expectativa predominante é de uma leve redução nos estoques finais norte-americanos para a temporada 2026/27, refletindo demanda relativamente firme, ainda que no cenário global a expectativa seja de aumento dos estoques mundiais de soja, que podem superar 125 milhões de toneladas. Consequentemente, os investidores também acompanham atentamente qualquer sinalização sobre o ritmo das importações chinesas, fator considerado determinante para o equilíbrio entre oferta e demanda mundial nos próximos meses. Para o produtor brasileiro, portanto, o cenário de oferta ampla reforça a importância de uma gestão comercial criteriosa, já que dificilmente uma alta consistente de preços deve ocorrer sem um catalisador de demanda mais forte. O clima nos Estados Unidos como fator a observar nas próximas semanas Além do relatório de oferta e demanda, as condições climáticas nos Estados Unidos permanecem entre os principais direcionadores do mercado. As previsões indicam chuvas favoráveis para importantes regiões produtoras americanas nas próximas semanas — fator que, se confirmado, tende a reforçar ainda mais a percepção de oferta confortável e limitar o espaço para altas expressivas em Chicago no curto prazo. O que muda na prática para o produtor Próximos passos O mercado deve continuar monitorando o ritmo das importações chinesas e as condições climáticas nos EUA nas próximas semanas. O Portal AgroMais acompanha as cotações de soja e milho diariamente. 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias.👉 www.portalagromais.com.br