O Programa Forrageiras do Ceará avançou em Canindé e fortaleceu a estratégia de segurança alimentar do rebanho na região semiárida. A iniciativa, acompanhada pelo Sistema Faec/Senar, aposta em plantas adaptadas ao clima, como palma e capins de alta produção, para reduzir a dependência de insumos externos e garantir estabilidade produtiva ao longo do ano.
Forrageiras adaptadas ao semiárido ampliam eficiência no campo
Durante a visita técnica, produtores e técnicos observaram o desempenho das principais espécies indicadas para o semiárido. A adoção de forrageiras resistentes reforça o conceito de “estoque de alimento”, essencial para enfrentar períodos de estiagem prolongada. O uso adequado dessas plantas melhora o planejamento alimentar e reduz riscos associados à escassez de pasto.
Planejamento alimentar reduz custos e fortalece a produção
A implementação de tecnologias forrageiras diminui a necessidade de compras emergenciais de ração e suplementos na seca. Com manejo adequado, os produtores conseguem maior autonomia na nutrição do rebanho, além de estabilidade na produção de leite e carne. A prática contribui ainda para a sustentabilidade econômica das propriedades rurais.
Impacto direto na bovinocultura do interior cearense
O avanço do Programa Forrageiras representa um reforço estratégico para a bovinocultura de leite e corte. A iniciativa atende demandas históricas dos produtores, que enfrentam variações climáticas severas. Com suporte técnico e difusão de boas práticas, a região amplia sua capacidade produtiva e reduz custos de alimentação, garantindo maior segurança e competitividade.
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