O Ministério da Agricultura e Pecuária confirmou em 25 de outubro um novo foco da doença de Newcastle em estabelecimento avícola de Coronel Freitas, Santa Catarina. A propriedade fica dentro da área de restrição estabelecida após o primeiro foco regional, registrado em Nova Itaberaba. Segundo a pasta, a proximidade exigiu apenas um pequeno ajuste no perímetro monitorado.
Serviço veterinário amplia as ações na propriedade
A identificação ocorreu durante a vigilância intensificada na área de emergência sanitária. O serviço oficial iniciou investigação epidemiológica, medidas de contenção e despovoamento sanitário das aves do estabelecimento afetado. A presença de um segundo foco exige acompanhamento de novos resultados, sem permitir concluir que houve disseminação generalizada.
Sanidade e comércio caminham juntos
Para granjas, empresas de genética, frigoríficos e exportadores, a resposta sanitária e a comunicação com países compradores são decisivas. Restrições comerciais podem variar conforme produto e território definido por cada destino. É necessário consultar as listas oficiais antes de afirmar que todo o mercado está fechado.
Detecção em pombos tem classificação diferente
O Mapa também relatou infecção por paramixovírus aviário tipo 1 em pombos fora da área de emergência. O órgão esclareceu que a ocorrência não tem relação epidemiológica com os focos em aves comerciais e não configura um foco de Newcastle segundo a definição internacional.
O que muda na prática
• Reforçar biosseguridade e comunicação de sinais suspeitos nas granjas.
• Consultar apenas comunicados oficiais para o alcance das restrições.
• Acompanhar o painel do Mapa e os resultados da investigação.
Próximos passos
A evolução da vigilância na área afetada e as atualizações dos parceiros comerciais indicarão o efeito efetivo sobre a cadeia avícola.
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