O milho abriu a segunda-feira, 26 de outubro, em queda na Bolsa de Chicago. Por volta das 7h26, no horário de Brasília, o contrato dezembro de 2026 estava a US$ 4,53 por bushel, recuo de 0,66% frente ao fechamento anterior, segundo Notícias Agrícolas. A cotação é um retrato daquele horário e pode variar ao longo do pregão.
Oferta americana pesa nas cotações
O vencimento de dezembro já havia perdido 3,85% na semana anterior. O mercado acompanha a perspectiva de uma safra volumosa nos Estados Unidos. No relatório de outubro citado pelo veículo, o USDA estimou produção americana de 407,28 milhões de toneladas e estoques finais de aproximadamente 46,97 milhões de toneladas para 2026/27.
Colheita e demanda podem mudar a leitura
Até 18 de outubro, o trabalho de campo nos Estados Unidos cobria 44% da área de milho, abaixo da média de cinco anos de 52%. Novos dados de avanço da colheita e inspeção de exportações previstos para esta segunda-feira podem influenciar os preços. Por isso, a tendência de abertura não deve ser tratada como resultado fechado do dia.
Preço externo entra na conta brasileira
A referência de Chicago dialoga com câmbio, prêmio, frete e oferta local na formação do preço brasileiro. Quem produz milho acompanha o melhor momento de venda; criadores e fabricantes de ração observam o custo do insumo. A relação entre preços interno e externo precisa ser checada por praça.
O que muda na prática
• Atualizar a cotação antes de qualquer decisão de comercialização.
• Comparar Chicago, câmbio, frete e preço físico na região.
• Monitorar os relatórios de colheita e exportação do USDA.
Próximos passos
Os números divulgados ao longo do dia mostrarão se a pressão de oferta americana se mantém ou se a demanda oferece sustentação ao cereal.
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