A 7ª DATAGRO Abertura de Safra Soja, Milho e Algodão está acontecendo hoje (quinta, 20 de agosto) no Espaço WTC Events em Goiânia (GO) . A programação da 7ª edição concentra mais de 20 especialistas em seis horas de debates sobre mercado, clima, tecnologia, logística, crédito e competitividade da safra 2026/27. Os palestrantes confirmados incluem Daniel Furlan Amaral (diretor de Economia e Assuntos Regulatórios da ABIOVE), Aurélio Pavinatto (CEO da SLC), Elisangela Pereira Lopes (assessora técnica de Logística e Infraestrutura da CNA), João Otávio Figueiredo (líder de Pecuária da DATAGRO) e William Medeiros (Cerradinho Bioenergia). A análise pós-DATAGRO com lente nordestina vai ser publicada amanhã (sexta, 21/08) no Portal AgroMais — com os dados de preço de equilíbrio, El Niño e calendário de plantio, projeção Norte/Nordeste e perspectiva logística extraídos dos debates de Goiânia e traduzidos em ação concreta para o produtor do semiárido cearense e do MATOPIBA. Para o produtor nordestino que não foi a Goiânia, a análise do Portal AgroMais de amanhã vai ser o material mais útil disponível: não uma transcrição dos debates, mas uma tradução — o que os especialistas disseram e o que isso significa para o produtor que vai plantar soja em outubro no MATOPIBA ou milho em novembro no semiárido cearense. Consequentemente, o DATAGRO de hoje e a análise do Portal AgroMais de amanhã formam o par mais importante de informação disponível para as decisões de plantio de outubro-novembro. Nesse sentido, as inscrições para o DATAGRO ainda estão disponíveis em datagroexperience.com/inscricoes/7aberturasafra/ para participação online ou na plataforma de transmissão. O Canal Rural também acompanha o evento com coberturas ao longo do dia. Os quatro painéis que o Portal AgroMais vai extrair com lente nordestina A análise do Portal AgroMais de amanhã (sexta, 21/08) vai focar em quatro painéis específicos do DATAGRO de hoje — os que têm relevância mais direta para as decisões de plantio de outubro-novembro do produtor nordestino. O painel de mercado de grãos — com Daniel Furlan Amaral (ABIOVE) — vai revelar o preço de equilíbrio projetado para soja, milho e algodão 2026/27: esse é o número central que o produtor nordestino precisa comparar com seu custo de produção para confirmar se a safra é rentável antes de plantar. Se o preço de equilíbrio de Goiânia estiver acima do vencimento março/27 da B3 (~R$ 80/sc para milho e o equivalente para soja), o DATAGRO confirma a fixação antecipada atual; se estiver abaixo, há ajuste a fazer. O painel de clima vai debater o impacto do El Niño (81% de probabilidade de muito forte no 4T segundo o INMET) no calendário de plantio do Norte/Nordeste — incluindo quando a janela de novembro vai abrir para o semiárido nordestino e qual é a janela de menor risco pelo Zarc. O painel de competitividade com Aurélio Pavinatto (SLC) vai contextualizar a posição do MATOPIBA nordestino na expansão de área projetada para 2026/27 — confirmando ou ajustando a projeção de +10% no milho safrinha. O painel de biocombustíveis com William Medeiros (Cerradinho Bioenergia) vai revelar a perspectiva do etanol de milho no Norte/Nordeste na safra 2026/27 — dado que complementa o que o A Força do Agro #806 documentou sobre o arroz como matéria-prima para SAF. Consequentemente, os quatro painéis formam o mapa de informação que o Portal AgroMais vai traduzir amanhã em ação concreta para o campo nordestino. Nesse sentido, o produtor nordestino que leu o Portal AgroMais ao longo de agosto e concluiu o checklist de planejamento (Plano Safra aprovado, fertilizantes comprados, análise de solo recebida, diferimento com aceiros, custo de produção calculado) vai usar o DATAGRO de hoje e a análise de amanhã para as três últimas decisões: área de plantio, nível de fixação antecipada e data de plantio pelo Zarc. O que o produtor nordestino faz hoje enquanto o DATAGRO acontece em Goiânia Para o produtor nordestino que ficou no semiárido e não foi a Goiânia, o que fazer hoje enquanto o DATAGRO está acontecendo é simples: as últimas urgências do checklist de agosto que ainda não foram resolvidas. Verificar o Indicador Cepea/Esalq de Paranaguá em cepea.org.br antes das 8h30 para a decisão de estoque de soja — com as máximas nominais de 2026, realizar parte do estoque hoje é capturar o melhor patamar disponível antes que os dados de Goiânia movam o mercado. Verificar o Funceme (funceme.br) para o índice de perigo de incêndio desta quinta — alerta de queimadas ainda ativo no semiárido. Verificar os aceiros das áreas de pastagem differida — a seca confirmada pelo INMET até outubro mantém o risco de queimadas elevado. Fazer o cadastro gratuito em expocacau.com.br se ainda não foi feito — a ExpoCacau começa daqui a 5 dias (25-27/08) em Ilhéus-BA. Organizar a caravana para a 33ª Agrinordeste de 3-6/09 em Pernambuco — contatar o sindicato rural municipal. Acompanhar os destaques do DATAGRO de hoje via Canal Rural (transmissão ao vivo). Ler a análise pós-DATAGRO com lente nordestina no Portal AgroMais amanhã (sexta, 21/08). Consequentemente, o produtor nordestino que executa essas ações hoje enquanto o DATAGRO acontece em Goiânia vai chegar amanhã com o campo organizado e a atenção disponível para absorver o que os especialistas revelaram. Nesse sentido, o Portal AgroMais vai publicar a análise amanhã (sexta, 21/08) com lente nordestina — traduzindo os debates de Goiânia em ação concreta para o campo do semiárido cearense e do MATOPIBA. O produtor nordestino que leu o Portal AgroMais ao longo de agosto vai reconhecer na análise de amanhã os dados que vinha acompanhando — e vai saber exatamente como os especialistas de Goiânia confirmaram ou ajustaram as perspectivas que o Portal documentou. O que muda na prática para o produtor Próximos passos O Portal AgroMais está em Goiânia hoje no DATAGRO e publica a análise com lente nordestina amanhã (sexta, 21/08). 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias.👉 www.portalagromais.com.br
Mel de IG do Cariri tem janela europeia com o tarifaço
O AgFeed documenta neste mês o crescimento da apicultura nordestina com indicação geográfica — especialmente o mel do Cariri cearense, que tem características sensoriais únicas por conta das floradas nativas da caatinga: angico, marmeleiro, jurema, mandacaru, juazeiro e aroeira são as espécies que definem o perfil sensorial do mel de Cariri e o diferenciam de qualquer outro mel produzido no Brasil ou no mundo. O mel com IG (Indicação Geográfica) do Cariri cearense tem denominação de origem que protege o produto, garante a rastreabilidade da origem e justifica o preço premium pago pelos compradores europeus e pelo mercado de alimentos naturais do Brasil. Com o tarifaço americano de 2026 reorientando os fluxos de mel no mercado global — o mel americano ficou mais caro para a Europa com as contra-tarifas, reduzindo a competitividade americana no mercado europeu —, os importadores europeus de mel premium estão buscando fontes alternativas de qualidade comparável. O mel de Cariri — com IG que garante origem rastreada, floradas da caatinga que conferem perfil sensorial único e produção de apicultura familiar de baixo impacto ambiental — é exatamente o perfil que os importadores europeus de mel premium procuram como alternativa ao mel americano. Consequentemente, o apicultor nordestino do Cariri cearense que tem mel com IG e quer acessar o mercado europeu tem hoje a melhor combinação disponível: mel diferenciado, janela de mercado aberta pelo tarifaço americano e evento técnico próximo (Agrinordeste de 3-6/09 em Pernambuco) para aprender como estruturar a exportação. Nesse sentido, o Senar Ceará ((85) 3306-6600) tem programa de apicultura com orientação sobre a rastreabilidade do mel da caatinga e sobre os requisitos sanitários e de certificação para exportação do mel nordestino para o mercado europeu — e o Portal AgroMais vai cobrir o seminário de apicultura da 33ª Agrinordeste de 3 a 6 de setembro em Pernambuco com lente cearense. O mel de Cariri com IG — o que o diferencia e quanto vale no mercado premium O mel do Cariri cearense tem a Indicação de Procedência registrada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), que protege o produto e garante que apenas o mel produzido na região do Cariri cearense (com floradas nativas da caatinga e métodos tradicionais de apicultura) pode usar a denominação. A região do Cariri abrange municípios como Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, Missão Velha, Brejo Santo, Aurora, Mauriti e adjacentes — onde as floradas de angico, jurema, mandacaru, marmeleiro e juazeiro definem um perfil sensorial único: mel mais escuro, com aroma mais intenso e propriedades medicinais tradicionais. No mercado europeu, mel com IG de origem tropical documenta preços significativamente superiores ao mel convencional: enquanto o mel convencional de importação é comprado na Europa por 3 a 4 euros por quilo, o mel premium com IG de origem documentada alcança 8 a 12 euros por quilo nos mercados especializados. Com o tarifaço americano reduzindo a competitividade do mel americano no mercado europeu, o mel de Cariri com IG tem argumentos para competir nesse segmento premium: origem rastreada (IG do INPI), floradas únicas da caatinga, produção familiar de baixo impacto e preço competitivo em relação aos mels premium europeus de produção local (como o mel de manuka neozelandês e o mel de thyme grego). Consequentemente, o apicultor do Cariri cearense que estrutura a rastreabilidade e acessa a certificação de exportação tem acesso a um mercado premium europeu crescente que pode pagar o triplo do preço médio do mercado interno. Nesse sentido, o APEX-Brasil tem programa específico de promoção comercial para o mel brasileiro no mercado europeu — e o apicultor nordestino que tem mel com IG e quer acessar o mercado alemão, francês ou italiano pode contatar o Sebrae Ceará para participar das missões comerciais ao mercado europeu de alimentos naturais. A Agrinordeste de 3 a 6 de setembro e o seminário de apicultura — o próximo passo para o apicultor nordestino A 33ª Agrinordeste de 3 a 6 de setembro de 2026 em Pernambuco — entrada gratuita, das 10h às 21h, no Centro de Convenções de Pernambuco em Olinda — vai ter seminário específico de apicultura que o AgFeed documenta como o espaço mais importante disponível no segundo semestre para o apicultor nordestino que quer entender como acessar o mercado europeu de mel premium. O seminário de apicultura da Agrinordeste vai reunir especialistas que debaterão: como estruturar a rastreabilidade do mel de Cariri para atender às exigências de importação do mercado europeu; como o tarifaço americano criou uma janela de mercado específica para o mel nordestino nos próximos 2 a 3 anos; como o produtor nordestino acessa os programas de certificação de exportação via APEX-Brasil; e quais são os canais de importação europeus de mel premium que estão procurando fornecedores brasileiros com IG. Para o apicultor nordestino do Cariri cearense, o seminário de apicultura da Agrinordeste é o evento onde a oportunidade que o AgFeed documenta esta semana se transforma em conhecimento prático de exportação. Consequentemente, ir à 33ª Agrinordeste de 3 a 6 de setembro em Pernambuco — com entrada gratuita e caravana organizada via sindicato rural municipal — é o próximo passo mais concreto disponível para o apicultor nordestino que quer capturar a janela europeia do mel de Cariri com IG. Nesse sentido, o Portal AgroMais vai cobrir o seminário de apicultura da 33ª Agrinordeste com lente cearense — documentando as melhores práticas de rastreabilidade, certificação e acesso ao mercado europeu que os especialistas apresentarão em Pernambuco. O que muda na prática para o produtor Próximos passos O Portal AgroMais acompanha a apicultura nordestina do Cariri e o acesso ao mercado europeu via AgFeed e Senar Ceará. 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias. 👉 www.portalagromais.com.br
Barreiras da agricultura familiar ao Plano Safra 2026/27
O debate mais urgente para o produtor familiar nordestino além dos preços das commodities: as barreiras que impedem o pequeno produtor do semiárido de acessar o Pronaf e o Plano Safra 2026/27. Enquanto o Portal AgroMais documenta ao longo de agosto a urgência de ir ao BNB e contratar o crédito rural subsidiado, o Brasil de Fato documenta a realidade que muitos produtores familiares nordestinos enfrentam: nem todos sabem que existe o Pronaf, nem todos têm o CAR em situação regular, nem todos têm a DAP/CAF emitida, e nem todos têm acesso fácil a uma agência do BNB para iniciar o processo. A falta de informação sobre os instrumentos de crédito disponíveis — Pronaf Custeio (1% a 6% ao ano), FNE Rural (7,5% ao ano), linha de irrigação (8% ao ano), linha de pastagem (8,5% ao ano) — é o principal obstáculo identificado pelo Brasil de Fato para a agricultura familiar nordestina do semiárido. O distanciamento físico das agências bancárias — em municípios pequenos do sertão cearense, a agência do BNB mais próxima pode estar a 50-100 km — amplifica esse obstáculo. Consequentemente, o trabalho de orientação que o Senar Ceará ((85) 3306-6600) e a Ematerce (0800 275 4111) fazem gratuitamente para o produtor nordestino é a resposta institucional mais acessível disponível para o problema de acesso à informação que o Brasil de Fato documenta. Nesse sentido, o Brasil de Fato oferece uma lente complementar ao Cepea, ao DATAGRO e ao Notícias Agrícolas: enquanto os veículos de mercado documentam os preços favoráveis e as oportunidades de comercialização, o Brasil de Fato documenta quem está e quem não está conseguindo acessar essas oportunidades — revelando as assimetrias de acesso à informação e ao crédito que o mercado favorável de soja e boi não resolve automaticamente para o produtor familiar nordestino. As três barreiras mais comuns do produtor familiar nordestino — e como resolver cada uma O Brasil de Fato documenta três barreiras recorrentes que impedem o produtor familiar nordestino de acessar o Pronaf e o Plano Safra 2026/27. A primeira barreira é documental: CAR não emitido ou com pendência no Sicar, CCIR desatualizado ou com débito no INCRA, DAP/CAF não emitida ou vencida. Esses três documentos são as condições mínimas que o BNB exige para qualquer operação de crédito rural — e sem eles o produtor não consegue sequer iniciar o processo. A solução: Ematerce (0800 275 4111) — a chamada é gratuita, o técnico orienta sobre como regularizar cada documento, e o processo de emissão do CAR e da DAP/CAF pode ser feito na própria Ematerce sem custo para o produtor familiar. A segunda barreira é de informação: o produtor não sabe que existe o Pronaf com taxas de 1% a 6% ao ano, não sabe que existe o FNE Rural, não sabe que existe a linha de irrigação. A solução: Senar Ceará ((85) 3306-6600) — o programa de Orientação Técnica e Social do Senar orienta gratuitamente sobre todos os instrumentos de crédito disponíveis para a agricultura familiar nordestina. A terceira barreira é de distância física: a agência do BNB mais próxima fica longe. A solução: o BNB tem programa de atendimento itinerante em algumas regiões do semiárido — e o Senar Ceará pode indicar quando e onde o banco vai à propriedade. Consequentemente, as três barreiras que o Brasil de Fato documenta têm soluções concretas e gratuitas disponíveis — e o produtor nordestino que chama a Ematerce (0800 275 4111) hoje dá o primeiro passo para superar as três. Nesse sentido, o Brasil de Fato também documenta o debate sobre a expansão do agronegócio no MATOPIBA e o impacto sobre as comunidades tradicionais — uma tensão que o Portal AgroMais reconhece como parte do contexto mais amplo do campo nordestino, e que confirma a necessidade de políticas públicas que incluam tanto o produtor patronal do MATOPIBA quanto o produtor familiar do semiárido. O que o produtor familiar nordestino tem de vantagem no Plano Safra 2026/27 em relação ao produtor patronal O Brasil de Fato documenta uma assimetria que o mercado raramente menciona: o produtor familiar nordestino tem taxas de crédito significativamente menores do que o produtor patronal no Plano Safra 2026/27. O Pronaf Custeio — disponível para produtores com renda bruta anual de até R$ 500 mil e DAP/CAF emitida — tem taxas de 1% a 6% ao ano no BNB, dependendo da atividade e do porte. O produtor patronal de médio porte no MATOPIBA, por outro lado, acessa o crédito com taxas de 8% a 12% ao ano nas linhas do FCO/FNE Rural e do Banco do Brasil — significativamente mais altas. Isso significa que o produtor familiar nordestino com Pronaf tem um custo de crédito estruturalmente mais baixo do que qualquer produtor patronal — e que maximizar o uso do Pronaf é a estratégia financeira mais racional disponível para o produtor familiar. Para o pequeno produtor de soja, milho, feijão, mandioca ou pecuária do semiárido cearense com renda dentro dos limites do Pronaf, a taxa de 1% a 6% ao ano representa uma vantagem competitiva real em relação ao custo de crédito dos concorrentes maiores — e essa vantagem só funciona se o produtor tiver o CAR, o CCIR e a DAP/CAF em situação regular. Consequentemente, o que o Brasil de Fato documenta como barreira de acesso ao Pronaf é também a oportunidade mais acessível disponível para o produtor familiar nordestino: quem resolve a documentação tem acesso ao crédito mais barato disponível no agronegócio brasileiro. Nesse sentido, a Ematerce (0800 275 4111) e o Senar Ceará ((85) 3306-6600) são os dois recursos que o produtor familiar nordestino precisa acionar para transformar a barreira documental que o Brasil de Fato documenta na vantagem de crédito mais barato do Pronaf. O que muda na prática para o produtor Próximos passos O Portal AgroMais acompanha o acesso da agricultura familiar nordestina ao Plano Safra 2026/27 e ao crédito rural subsidiado. 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais
Brasilagro: R$ 644 mi em 6 meses — benchmarking nordestino
A BrasilAgro — Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas, empresa de capital aberto que opera propriedades rurais com foco em compra, valorização e venda de terras agrícolas —, tem operações em estados do MATOPIBA nordestino incluindo Bahia, Maranhão e Piauí, além de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Os resultados mais recentes divulgados em brasilagro.com.br revelam o poder da gestão profissional aplicada no bioma MATOPIBA: receita líquida de R$ 644 milhões no primeiro semestre da safra 2025/26, com EBITDA ajustado de R$ 78 milhões e lucro líquido de R$ 77,8 milhões — significativamente acima dos R$ 24 milhões do mesmo período do ano anterior. A produção de cana-de-açúcar cresceu 4,3% para 2,6 mi toneladas, com ganho de 3% de produtividade beneficiado por um inverno seco que elevou o teor de açúcar. Os volumes de etanol se beneficiaram da mudança da mistura obrigatória de 27% para 30% (E30 para E32), que adicionou cerca de 1,6 bilhão de litros de demanda adicional ao mercado nacional. Para o produtor nordestino individual do MATOPIBA, os resultados da BrasilAgro são um benchmarking útil: quando uma empresa com gestão profissional, análise de solo sistemática, variedades certificadas e tecnologia de precisão opera no mesmo bioma e mostra resultados crescentes, o produtor familiar ou de médio porte tem um mapa de práticas que pode replicar em menor escala. Consequentemente, os princípios que a BrasilAgro aplica — compra antecipada de insumos, análise de solo por zona de manejo, fixação antecipada de 40-60% da produção antes do plantio e diversificação de culturas — são os mesmos que o Portal AgroMais vem documentando ao longo de agosto para o produtor nordestino. Nesse sentido, a BrasilAgro também documenta que adversidades climáticas afetaram o plantio em Bahia e Mato Grosso nas últimas safras — dado que confirma a vulnerabilidade climática do MATOPIBA nordestino que o INMET e a Funceme documentaram com o El Niño. O gestor profissional da BrasilAgro enfrenta o mesmo El Niño que o produtor nordestino individual enfrenta — e aplica as mesmas ferramentas (análise de risco, diversificação de área, Zarc) para navegar o desafio climático. O que o produtor nordestino aprende com os resultados da Brasilagro Os resultados da BrasilAgro no 1S da safra 2025/26 ensinam cinco práticas de gestão que o produtor nordestino individual pode replicar em qualquer escala. A primeira é a análise de solo por zona de manejo: a BrasilAgro realiza análise de solo em malha fina por zona de manejo em todas as suas propriedades — o que permite adubar a dose certa no lugar certo, maximizando o retorno por real investido em fertilizante. O produtor nordestino que solicita uma análise de solo à Ematerce (0800 275 4111) está replicando, em uma propriedade de 50 hectares, o mesmo princípio que a BrasilAgro aplica numa propriedade de 50 mil hectares. A segunda prática é a fixação antecipada de 40-60% da produção antes do plantio: a BrasilAgro fixa parte significativa da produção com contratos a prazo antes de plantar — o que garante receita independentemente do que o mercado fizer na colheita. O produtor nordestino que fixa parte da produção com março/27 na B3 está praticando o mesmo princípio. A terceira prática é a diversificação de culturas e regiões: a BrasilAgro planta soja, milho, cana e cria gado em diferentes estados — o que reduz o risco de uma cultura ou região afetar o resultado total. O produtor nordestino que combina soja/milho no MATOPIBA com gado no semiárido está praticando diversificação similar. A quarta prática é o investimento em infraestrutura de armazenagem: a BrasilAgro tem capacidade própria de armazenagem em todas as propriedades — o que permite vender na entressafra, quando os preços estão mais altos. O produtor nordestino que investe em silo bolsa com o Plano Safra 2026/27 está replicando esse princípio. A quinta prática é o monitoramento climático sistemático: a BrasilAgro usa dados do Zarc e de estações meteorológicas locais para calibrar as datas de plantio e de colheita. Consequentemente, as cinco práticas da BrasilAgro são todas acessíveis para o produtor nordestino — e o custo de implementá-las é recuperado na primeira safra em que elas fazem diferença. Nesse sentido, o DATAGRO de hoje em Goiânia vai reunir gestores de empresas agrícolas como a BrasilAgro junto com produtores individuais do MATOPIBA — e os debates de Goiânia vão revelar se os especialistas veem o ciclo de rentabilidade de 2025/26 como sustentável para a safra 2026/27. O E32 que beneficiou a Brasilagro — e como o mesmo movimento beneficia o produtor nordestino A BrasilAgro documenta que seus volumes de etanol se beneficiaram diretamente da mudança da mistura obrigatória de 27% para 30% (E30 para E32), que adicionou cerca de 1,6 bilhão de litros de demanda adicional ao mercado nacional. O E32 — aumento de 5 pontos percentuais na mistura obrigatória de etanol na gasolina — é o mesmo movimento que o Portal AgroMais documentou como fator de suporte ao preço do milho nordestino via destilarias regionais. Quando a mistura sobe de 27% para 32%, as destilarias precisam produzir mais etanol para atender a demanda — o que gera mais demanda por matéria-prima (cana no Centro-Sul, milho no Norte/Nordeste). A BrasilAgro captura essa demanda adicional na sua produção de etanol de cana no interior de São Paulo. O produtor de milho nordestino captura a mesma demanda adicional nas destilarias de milho que avançam para Bahia e Piauí — cada nova destilaria de milho instalada na região é mais um comprador para o milho da safrinha nordestina de março de 2027. Consequentemente, o E32 que beneficiou a BrasilAgro no 1S de 2025/26 é o mesmo fenômeno que vai beneficiar o produtor de milho nordestino na safrinha 2026/27 — com a diferença de escala (R$ 644 mi vs a receita de uma propriedade individual), mas com os mesmos fundamentos de mercado. Nesse sentido, o DATAGRO de hoje vai debater a perspectiva do setor de biocombustíveis para a safra 2026/27 — com destaque para o E32 e para a demanda adicional de milho que a mistura mais alta vai
Tecnologia sem solventes tóxicos para o caju nordestino
Uma inovação tecnológica com impacto direto para a agroindústria nordestina: pesquisadores desenvolveram tecnologia sustentável sem uso de solventes tóxicos. A eliminação de solventes tóxicos nos processos agroindustriais é uma das exigências crescentes dos mercados europeu e americano para a importação de produtos agroprocessados brasileiros — e tem relevância especialmente direta para a cadeia do caju nordestino. O beneficiamento da castanha de caju utiliza na etapa de extração do LCC (Líquido da Casca da Castanha) processos que historicamente dependeram de solventes orgânicos. Com a tecnologia sem solvente tóxico que o A Força do Agro #807 apresentou, essa etapa pode ser realizada com processo limpo — o que é exatamente o que o mercado europeu (e crescentemente o americano) exige como condição para a importação de castanha processada do Brasil. Para o cajucultor nordestino do Ceará — que responde por mais de 95% da produção nacional de caju —, a eliminação de solventes tóxicos no beneficiamento da castanha não é apenas um avanço ambiental: é a condição para acessar o mercado premium europeu de castanha orgânica e de processo limpo, que paga preços significativamente superiores à castanha beneficiada com processo convencional. Consequentemente, a tecnologia sem solvente tóxico que o A Força do Agro #807 documentou é um dos avanços tecnológicos de maior impacto potencial para a cadeia de valor do caju nordestino. Nesse sentido, a Embrapa Agroindústria Tropical em Fortaleza (CE) — que pesquisa tecnologias de beneficiamento de caju e frutas tropicais nordestinas especificamente para as condições do Nordeste brasileiro — é o recurso mais próximo disponível para o cajucultor e o beneficiador nordestino que quer acessar as informações mais recentes sobre processamento sustentável de castanha de caju. O caju nordestino e o mercado europeu — por que o solvente tóxico é uma barreira Para entender por que a tecnologia sem solvente tóxico do A Força do Agro #807 tem impacto direto para o cajucultor nordestino, é preciso entender como funciona o mercado europeu de castanha de caju e o que ele exige do fornecedor brasileiro. A União Europeia tem dois instrumentos regulatórios que definem as condições de importação de alimentos: o Regulamento CE 1881/2006 (limites máximos de contaminantes nos alimentos) e o Regulamento CE 178/2002 (rastreabilidade e segurança alimentar). Além da regulação obrigatória, o mercado europeu premium (supermercados orgânicos, marcas de saúde e bem-estar) exige certificações voluntárias que incluem a especificação dos processos de beneficiamento — e a presença de resíduos de solventes orgânicos numa castanha processada pode inviabilizar a certificação orgânica ou de processo limpo. A castanha de caju brasileira compete no mercado europeu principalmente com a castanha de caju da Índia (maior processador mundial), do Vietnã (segundo maior) e da Costa do Marfim. A vantagem competitiva que o Brasil tem é a qualidade da amêndoa — mais gordurosa, mais saborosa e com menor incidência de aflatoxinas do que as concorrentes asiáticas — mas essa vantagem só se converte em prêmio de preço se o processamento for igualmente de qualidade. Consequentemente, a tecnologia sem solvente tóxico que o A Força do Agro #807 documentou é o elo que faltava para o cajucultor nordestino converter a qualidade superior da amêndoa em preço premium no mercado europeu. Nesse sentido, o Sebrae Ceará e o BNB orientam sobre o programa de exportação do APEX-Brasil para a castanha de caju nordestina — e a Embrapa Agroindústria Tropical publica gratuitamente as tecnologias de beneficiamento mais limpas disponíveis para a castanha de caju cearense. O que o cajucultor e o fruticultor nordestino fazem agora com essa informação A inovação documentada pelo A Força do Agro #807 — tecnologia sustentável sem solventes tóxicos — tem uma sequência de ação concreta para o cajucultor e o fruticultor nordestino que quer acessar o mercado premium de exportação. O primeiro passo é verificar o processo atual da beneficiadora regional: a castanha que o cajucultor nordestino entrega à beneficiadora passa por qual processo de extração do LCC? A beneficiadora usa solvente orgânico ou processo a vapor ou mecânico? Essa informação define o ponto de partida da transformação. O segundo passo é contatar a Embrapa Agroindústria Tropical em Fortaleza (CE) para verificar se a nova tecnologia sem solvente do A Força do Agro #807 já está disponível para beneficiamento de castanha de caju em escala semi-industrial — e quais são os requisitos de infraestrutura para sua implementação. O terceiro passo é verificar com o APEX-Brasil (via Sebrae Ceará) quais compradores europeus estão procurando especificamente castanha de caju processada com tecnologia limpa e sem solvente — o que vai quantificar o prêmio de preço disponível no mercado premium. O quarto passo é verificar com o BNB a disponibilidade de crédito do Plano Safra 2026/27 para investimento em infraestrutura de processamento sustentável — a linha de investimento em agroindústria que pode financiar a adaptação da beneficiadora. Consequentemente, a inovação do A Força do Agro #807 tem uma trajetória de implementação concreta — e o cajucultor nordestino que inicia hoje a sequência de quatro passos pode estar vendendo castanha com processo limpo para o mercado europeu em 18 a 24 meses. Nesse sentido, o Portal AgroMais vai acompanhar o desenvolvimento da tecnologia de beneficiamento sustentável de caju nordestino e o acesso ao mercado premium europeu — documentando as oportunidades específicas para o cajucultor cearense nas próximas edições. O que muda na prática para o produtor Próximos passos O Portal AgroMais acompanha a inovação tecnológica para o beneficiamento sustentável de caju nordestino. 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse o Portal AgroMais e acompanhe as melhores notícias do campo todos os dias.👉 www.portalagromais.com.br
Arroz vira SAF e etanol em Charqueadas-RS
Uma iniciativa no Rio Grande do Sul está apostando no arroz como matéria-prima para produzir biocombustível, hidrogênio verde e combustível sustentável de aviação (SAF — Sustainable Aviation Fuel), com a promessa de impulsionar a bioenergia e fortalecer a economia rural gaúcha. O projeto, em implantação em Charqueadas-RS, tem a expectativa de produzir cerca de 635 milhões de litros de etanol por ano — colocando o estado gaúcho como referência nacional em inovação e sustentabilidade no setor de biocombustíveis. A Força do Agro #806 documenta que o arroz, diferentemente da cana-de-açúcar (principal matéria-prima do etanol brasileiro) e do milho (a matéria-prima que avança nas destilarias do Norte/Nordeste), tem a vantagem de ser uma cultura de sequeiro em muitas regiões do Sul e de gerar produto de maior valor agregado quando processado para SAF — o combustível sustentável de aviação que a indústria aeronáutica global está priorizando para cumprir suas metas de emissões zero até 2050. Para o produtor nordestino de milho, a notícia do A Força do Agro #806 tem relevância estratégica por um caminho indireto: à medida que o arroz gaúcho, o milho do Centro-Oeste e a cana paulista competem por espaço no mercado de biocombustíveis, a especialização do milho nordestino nas destilarias do Norte/Nordeste ganha mais clareza como nicho de mercado com vantagem regional. Consequentemente, a diversificação da matriz de biocombustíveis brasileira — arroz no Sul, cana no Sudeste, milho no Norte/Nordeste — é o movimento estrutural que sustenta o crescimento de cada cultura na sua região de maior vantagem comparativa. Nesse sentido, o SAF que o projeto de Charqueadas produz é o produto de biocombustível com maior valorização disponível no mercado global — e o Brasil, como maior produtor de cana, milho e agora de arroz com potencial para SAF, está posicionado para se tornar o maior fornecedor global de combustível sustentável de aviação ao longo dos próximos 10 anos. Para o produtor nordestino de milho, essa perspectiva confirma que a demanda por etanol de milho — já crescendo 9,96% na safra atual com o E32 — tem fundamento de longo prazo que vai além do mercado automotivo doméstico. O que o projeto de Charqueadas significa para o etanol de milho nordestino O projeto de Charqueadas-RS — que transforma arroz em etanol, hidrogênio verde e SAF — é a demonstração mais clara disponível de que o Brasil está diversificando as matrizes de biocombustíveis de forma estrutural. Para o produtor nordestino de milho que vai plantar em novembro e vender para as destilarias regionais em março de 2027, essa diversificação é boa notícia por três razões. A primeira é que o arroz gaúcho e o milho nordestino não competem pelos mesmos mercados: as destilarias de milho do Norte/Nordeste (que avançam para Bahia e Piauí) compram milho regional para reduzir custo logístico — não competem com as destilarias de arroz do Rio Grande do Sul, que têm matéria-prima local. A segunda razão é que o SAF do arroz gaúcho e o etanol de milho nordestino são produtos diferentes para mercados diferentes: o SAF vai para a aviação (mercado premium e de maior valor agregado), enquanto o etanol de milho nordestino vai para o mercado automotivo (E32). A terceira razão é que a expansão de capacidade de biocombustíveis no Brasil — em todas as matérias-primas — fortalece o argumento político e econômico para manter e ampliar a mistura obrigatória de etanol nos combustíveis (hoje em 32%), o que beneficia diretamente o produtor de milho nordestino. Consequentemente, o projeto de Charqueadas é mais um passo na construção da posição do Brasil como a maior potência mundial de biocombustíveis — e o produtor nordestino de milho é um dos beneficiários indiretos dessa expansão. Nesse sentido, o DATAGRO de hoje em Goiânia vai apresentar a perspectiva da Cerradinho Bioenergia (representada por William Medeiros) sobre a evolução do etanol de milho no Norte/Nordeste na safra 2026/27 — dado que o Portal AgroMais vai trazer com lente nordestina na análise de amanhã (sexta, 21/08). O SAF e o hidrogênio verde — o que são e por que importam para o campo nordestino no longo prazo O SAF (Sustainable Aviation Fuel — Combustível Sustentável de Aviação) e o hidrogênio verde são os dois produtos de maior valor agregado disponíveis na cadeia de biocombustíveis avançados — e o projeto de Charqueadas-RS é pioneiro ao tentar produzir os dois a partir de arroz. O SAF é um combustível para aviação produzido a partir de matérias-primas renováveis (biomassa, gordura animal, óleos vegetais, resíduos agrícolas) que reduz as emissões de carbono em até 80% em relação ao querosene de aviação convencional. A IATA (Associação Internacional de Transportes Aéreos) tem metas de aumentar o SAF para 5% do combustível usado na aviação global até 2030 e 65% até 2050 — o que representa uma demanda enorme que o Brasil está posicionado para atender. O hidrogênio verde é produzido por eletrólise da água usando energia renovável — e o arroz fermentado pode ser uma matéria-prima para a geração de biometano que alimenta o processo. Para o produtor nordestino, o SAF e o hidrogênio verde são mercados que se abrem no horizonte de 5-10 anos — mas que já hoje são o destino final da cadeia de biocombustíveis que começa com o etanol de milho e de cana. Consequentemente, o produtor nordestino que planta milho em novembro de 2026 está participando da base da pirâmide de biocombustíveis que o A Força do Agro #806 documenta em Charqueadas — e cuja valorização vai crescer à medida que o mercado de SAF se expande. Nesse sentido, o Portal AgroMais mantém o A Força do Agro (Revista Oeste, de segunda a sexta-feira às 19h50, apresentado por Joice Maffezzolli) como fonte obrigatória do radar diário — porque o programa documenta as inovações tecnológicas e as tendências de mercado que chegam ao campo nordestino em 3-5 anos. O que muda na prática para o produtor Próximos passos O Portal AgroMais acompanha o mercado de biocombustíveis e o impacto para o etanol de milho nordestino. 🌾 Fique por dentro
Soja nas máximas de 2026 no dia do DATAGRO
A soja mantém o patamar de máximas nominais de 2026 nos portos brasileiros nesta quinta-feira (20 de agosto), dia da 7ª DATAGRO Abertura de Safra em Goiânia, com o Cepea/Esalq registrando os melhores níveis da temporada em Paranaguá — R$ 149,00/sc, ganho acumulado de 2,8% desde o final de julho e alta de 5,6% frente ao encerramento de 2025. O suporte desta semana vem de dois fundamentos simultâneos documentados pelo Notícias Agrícolas. O primeiro é o Pro Farmer Crop Tour 2026 — maior levantamento independente de produtividade de soja e milho nos EUA, realizado anualmente em agosto por agrônomos americanos que percorrem o Corn Belt —, que está reportando condições mais úmidas do que o esperado em estados como Iowa e Indiana. Quando o Pro Farmer Tour detecta condições abaixo das estimativas do USDA, o mercado tende a revisar as projeções de produção americana para baixo — e Chicago responde com suporte adicional. O segundo fundamento é o USDA de agosto (11/08), que já havia reduzido a estimativa de produtividade da soja americana de 53 para 52,7 bushels por acre e projetado estoques finais em 310 mi bushels — abaixo dos 353 mi esperados. Para o produtor nordestino com soja em estoque que monitorou esta semana, o ambiente de máximas nominais de 2026 no dia do DATAGRO é o melhor cenário de preço disponível: máximas históricas de 2026 combinadas com o catalisador de informação do DATAGRO — que pode adicionar mais prêmio (se as projeções de demanda forem altistas) ou exercer pressão (se a área estimada superar as expectativas). Consequentemente, o dia do DATAGRO é o dia mais denso em informações e em oportunidades disponíveis para o produtor nordestino de soja neste segundo semestre — e o Portal AgroMais vai publicar amanhã (sexta, 21/08) a análise dos debates de Goiânia com lente nordestina. Nesse sentido, o Pro Farmer Crop Tour 2026 é o dado de campo que mais influencia Chicago neste momento específico do ano — e o produtor nordestino que monitora o Tour via Canal Rural e Notícias Agrícolas esta semana está acompanhando o dado de campo mais relevante disponível para calibrar se a soja de Chicago vai subir adicionalmente após o DATAGRO de hoje ou se vai acomodar depois do evento de Goiânia. O que o Cepea/Esalq documenta no dia do DATAGRO — os números da tomada de decisão O conjunto de cotações que o Cepea/Esalq e o Farmnews documentam nesta manhã do DATAGRO forma a base de dados mais completa disponível para a tomada de decisão do produtor nordestino. Soja em Paranaguá (Cepea): R$ 149,00/sc no encerramento da primeira quinzena, ganho de 2,8% desde o final de julho, máxima nominal de 2026 renovada, alta de 5,6% frente ao encerramento de 2025. Em dólares, a soja acumula alta de 11,0% frente ao encerramento de 2025 — confirmando que a valorização em reais é real mesmo descontada a variação cambial. Milho (Cepea): R$ 66,40/sc na primeira quinzena, alta de 1,7%. Boi gordo (Cepea): R$ 347,40/@, alta de 8,6% no acumulado de 2026. Bezerro (Cepea, MS): US$ 655,50/cabeça, alta de 10,4% no acumulado — maior patamar para o período do ano. O contexto mais amplo confirma o patamar favorável: o VBP agropecuário brasileiro alcançou R$ 1,49 trilhão em 2025 (+11% vs 2024), com soja liderando (R$ 372,2 bi), boi em segundo (R$ 250,8 bi) e milho em terceiro (R$ 168,1 bi). Consequentemente, o produtor nordestino que chega ao dia do DATAGRO com o checklist de agosto concluído está posicionado para usar os dados de Goiânia para as três últimas decisões: área de plantio, nível de fixação antecipada e data de início do plantio de novembro. Nesse sentido, o DATAGRO de hoje vai revelar o preço de equilíbrio projetado pelos especialistas para soja, milho e algodão 2026/27 — o número que o produtor nordestino compara com o seu custo de produção estimado para confirmar se a safra é rentável antes de plantar. O produtor que calculou o custo de produção por saca antes do DATAGRO vai poder fazer essa comparação em tempo real durante os painéis de Goiânia — e sair do dia com a decisão de fixação mais precisa disponível. Como o produtor nordestino usa o DATAGRO de hoje sem ir a Goiânia Para o produtor nordestino que não foi presencialmente a Goiânia, as três formas de absorver o DATAGRO de hoje são: a transmissão online em datagroexperience.com/inscricoes/7aberturasafra/ (verificar disponibilidade de transmissão ao vivo para inscritos), a cobertura ao vivo do Canal Rural (que frequentemente acompanha o evento com entrevistas e destaques ao longo do dia) e a análise pós-DATAGRO com lente nordestina que o Portal AgroMais vai publicar amanhã (sexta, 21/08). A análise de amanhã vai extrair especificamente para o campo nordestino os quatro dados prioritários: o preço de equilíbrio projetado para soja, milho e algodão 2026/27; o impacto do El Niño no calendário de plantio do Norte/Nordeste; a projeção de área e produção do MATOPIBA nordestino; e a perspectiva de logística e competitividade para o produtor nordestino. O produtor que lê a análise do Portal AgroMais de amanhã terá o mapa de Goiânia já filtrado pela lente nordestina — sem precisar ter acompanhado as seis horas de debates ao vivo. Consequentemente, o DATAGRO de hoje é o fim do ciclo de informação de agosto — e o começo do ciclo de decisão de setembro. Nesse sentido, após o DATAGRO de hoje, o próximo evento do calendário do campo nordestino é a 2ª ExpoCacau de 25 a 27 de agosto em Ilhéus-BA — em 5 dias, com entrada gratuita em expocacau.com.br —, e a 33ª Agrinordeste de 3 a 6 de setembro em Pernambuco — em 14 dias, com entrada gratuita, caravana via sindicato rural. O Portal AgroMais vai cobrir ambos com lente nordestina. O que muda na prática para o produtor Próximos passos O Portal AgroMais está em Goiânia no DATAGRO de hoje e publica análise com lente nordestina amanhã (21/08). 🌾 Fique por dentro de tudo que acontece no agronegócio do Ceará e do Brasil. Acesse