O encontro entre Donald Trump e Xi Jinping previsto para 24 de setembro concentra a atenção dos mercados agrícolas. Comércio, agricultura e energia estão entre os temas acompanhados, e a soja é especialmente relevante para o Brasil por causa do peso da China na demanda mundial.
Brasil acompanha mesmo sem participar da mesa
Mudanças nas compras chinesas de soja americana podem repercutir sobre fluxos internacionais, Chicago e os prêmios pagos pela soja brasileira. A China já havia comprado cerca de 1 milhão de toneladas de soja dos Estados Unidos em setembro antes da visita, segundo fontes ouvidas pela Reuters.
Preço na fazenda depende de mais de uma variável
Para o produtor brasileiro, acompanhar apenas Chicago é insuficiente. Prêmio nos portos, câmbio e frete também participam da formação do preço e podem reagir de maneiras diferentes a anúncios comerciais.
O que muda na prática para o produtor
• Acompanhar volumes adicionais de compras chinesas.
• Observar prêmios da soja brasileira após o encontro.
• Separar anúncios diplomáticos de negócios efetivamente realizados.
Próximos passos
Os termos concretos divulgados após o encontro indicarão se haverá mudança relevante nos fluxos de soja entre Estados Unidos, China e Brasil.
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