A princípio, agricultura brasileira moderna se encontra no centro das discussões globais sobre mudanças climáticas, segurança alimentar e sustentabilidade. Esse setor, que já passou por um grande processo de adaptação nos últimos 50 anos, agora precisa dar um novo salto — com mais integração, inovação e cooperação.
Conectar segmentos é urgente
Por esse motivo, especialistas como Marcelo Morandi, da Embrapa, defendem que o Brasil precisa alinhar ciência, produção e meio ambiente em uma narrativa única. Para ele, a agricultura brasileira moderna não pode ser o elo fraco nas discussões climáticas. Ao contrário, deve liderar com base em evidências, resultados e políticas públicas consistentes.
Políticas públicas fortalecem a produção
Além disso, programas como o Código Florestal, o Renovabio, o Programa ABC e o Estado Carbono Neutro de Mato Grosso do Sul são exemplos concretos de políticas que unem produtividade e preservação ambiental. Essas iniciativas mostram ao mundo que o agro brasileiro está pronto para dialogar com responsabilidade.
Inovação científica transforma o campo
Consequentemente, tecnologias como o feijão-guandu BRS Guatã e o app AndroLógico reforçam como a ciência brasileira contribui para um agro mais sustentável e eficiente. A agricultura brasileira moderna se apoia em métricas reais, dados confiáveis e práticas com base científica.
COP 30 será uma vitrine internacional
Finalmente, a participação ativa do Brasil na COP 30 será essencial para mostrar ao mundo o compromisso da agropecuária com os desafios do século XXI. Rastreabilidade, desmatamento zero, inclusão produtiva e adaptação climática são temas que estarão no centro do debate.