As projeções indicam produção brasileira de carnes próxima de 34,26 milhões de toneladas em 2027, com crescimento principalmente de aves e suínos compensando eventual retração na carne bovina.
Mais proteína significa mais ração
A expansão de aves e suínos tende a ampliar o consumo de milho e farelo de soja. Esse movimento acontece ao mesmo tempo em que o etanol de cereais aumenta sua presença e o Brasil mantém participação relevante no mercado exportador.
Milho passa a conectar várias indústrias
O cereal deixa de ser analisado apenas como commodity agrícola. Ele conecta produção de grãos, ração, carnes, biocombustíveis, DDG, armazenagem, logística e exportação, criando novas oportunidades de agregação de valor.
O que muda na prática para o produtor
• Acompanhar expansão regional de fábricas de ração.
• Mapear investimentos em proteína animal próximos às regiões produtoras.
• Avaliar integração entre milho, etanol, DDG e pecuária.
Próximos passos
Novos investimentos industriais mostrarão em quais regiões a demanda adicional por milho e farelo será mais intensa.
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